eduardo oliveira e lucas miolla

\\ gritante

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Nem tudo é o que aparenta ser...

Diferença!





Saiba viver essa coerência e aprenda a respeitá-la.







sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Os Gatunos de Wall Street

É, meus amigos e minhas amigas. O Luís Inácio vai ter que rebolar, assim como na obra prima musical de Sandy e Junior. A coisa está feia.
O mundo parecia reviver a pax romana no aspecto financeiro quando fomos surpreendidos por uma série de decepções e desilusões com o mercado. A incerteza tomou conta do investidor, a descapitalização deixa o empreendedor inerte e na ausência de uma queda de braço, todo o mundo paga por uma conta que não é sua.

A realidade que paira sobre o mercado de ações é tal que as quedas dos índices das principais bolsas chegam a ângulos agudos nos gráficos. Nova York, Nasdaq e Londres esperam o dia começar no Japão. E quando isso acontece de forma cinza, a tendência é irreversivelmente negativa. Os bancos centrais se contorcem em manobras, mas não conseguem mais do que espernear teatralmente. Só mesmo os bancos... O cirque de Soleil não aguenta até 2010 se houver recessão.

Pode parecer que esse universo é uma transcendência, um Olimpo, mas até que ponto esses números vermelhos que circulam por Wall Street vão interferir nas nossas vidas, cidadãos simples, proletariado, é o que nos faz entender a necessidade de compreender a recessão. Esse inferno astral nas bolsas é um inferno também para as bolsas e os bolsos de todas as pessoas.

A instabilidade do mercado, hoje provocada por um verdadeiro calote por parte dos americanos, é recorrente de uma concessão cega e irresponsável. Os bancos que liberaram crédito sem restrição estão diante de maus pagadores. E estão nas mãos dos caloteiros. O seu pedido de socorro não foi ignorado, mas foi inevitável o repasse desse baque à credibilidade das ações. A partir daí, cresce a bola de neve. O investidor não confia na empresa, não aplica, logo, a empresa não cresce, e se não cresce, pára. Negócios são desfeitos, acordos quase legítimos são abortados. O espetáculo da economia deixa de acontecer. Com isso, perdemos nossos direitos sociais: empregos, saúde e educação ficam defasados. Ao negar um presente ao filho, deixamos de comprar produtos importados por causa da alta do Dólar, e o mercado mais uma vez perde uma engrenagem. O vendedor que trabalha com Dólares deixa de trabalhar, e quando nos damos conta, financiamos parte da recessão, mas levamos toda a culpa. É de se entender. Aquele que tem dinheiro está recorrendo a métodos arcaicos para protegê-lo, como o velho fundo falso de colchão – e isso é um suicídio financeiro.

O show não pode parar. Uma vez que a crise cairá sobre o colo da prole e a castigará iminentemente, cabe a prole, então, evitar o seu apocalipse recessivo. Se queremos manter nossos empregos, investir em negócios ousados e apostar em talentos, precisamos manter a máquina econômica ativa. Não se pode parar de comprar ações, para que estas ganhem valor sólido; para o consumidor comum, não se pode parar de comprar. Isso dá as empresas o retorno do investimento, justificando a aplicação nas ações. E garante o emprego de quem compra. Esse ciclo torna toda a sociedade funcional, garantindo desde um bem de consumo a tranqüilidade de um plano de saúde.

Nova York está longe e em nada se assemelha com a realidade folhetinesca brasileira (leia-se Eloá), mas é ignorância mudar de canal quando o âncora menciona a queda de dois dígitos em um determinado índice. Da compra de um alimento até o ingresso numa sociedade, somos diretamente responsáveis pela economia. E não é recomendável se abster desse nicho, guardando o dinheiro embaixo do colchão. A instabilidade pode dizer o contrário, mas o mercado ainda é o lugar mais seguro para se investir. É de dinheiro que o mercado é feito, e é assim que devemos nutri-lo.

Lucas Miolla //

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Eleições 2008 parte 2

Certa vez disse o poeta: " Não é pelo aspecto da cara nem pela presteza do corpo que se conheçe a força do coração" e realmente não é.

É dessa forma que somos manipulados, somos manipulados apenas pela aparência,
enfeitiçados pelo estereótipo, desconsertados pelo que os olhos vêem, olhos que vendo não vêem.

Basicamente todos os seus pensamentos de como ser e agir estão ditados por pessoas que vivem em uma sociedade de intelecto totalmente falido!!
Seja você mesmo, mesmo que isso custe muito caro!
Destrua a barreira da mentira e da opressão e não ande pelos olhos dos outros, pois na vida simples estão os caminhos da vitória.

Votar é simples é direito que foi adquirido com muito sangue,
portanto navegue pelos seus olhos. Muito obrigado meus fiéis dois leitores.

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Deleitem-se com o vídeo abaixo, me provoquem ou simplesmente entrem aqui sem transcrever comentário algum (esta última que é a mais provável).

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Eleições 2008

Uma imagem às vezes fala mais que mil palavras!

Assistam, deleitem-se, me provoquem ou simplesmente ignorem.


quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Pensar é estar doente dos olhos

Foto: Caio Fábio




XUXA pensa que é rainha dos baixinhos.
MARTA SUPLICY pensa que é Cristina Kirchner.
CÃOZINHO DOS TECLADOS pensa que foi eleito pelo seu projeto de governo.
JOELMA DO CALYPSO pensa que é diva.
COLLOR pensa que esqueceram as merdas que o mesmo fez.
MALUFY pensa que é trabalhador.
JOSÉ DIRCEU pensa que é inocente.
LULA também.
LULA FILHO também.
GUGU pensa que é bom apresentador.
DUNGA pensa que é técnico.
RONALDO pensa que confundiu.
JÔ SOARES pensa que é o Dalai Lama.
LUCIANA GIMENEZ pensa que é intelectual.
CLODOVIL pensa que é político.
FAZENDEIROS pensam que sem-terra não são gente.
MC CRÉU pensa que é compositor.
BUSH pensa que é Deus.
JOHN MACCAIN pensa que tem chance contra Obama.
PT pensa que detém o monopólio da verdade.
PSDB também.
PIT BOYS pensam que podem espancar empregadas domésticas.
PLAY BOYS pensam que podem beber, cair e levantar.
PROFESSORES pensam que ganham salário.
GOVERNO pensa que a sociedade está satisfeita.

E nós pensamos que temos voz e nos calamos na mediocridade do óbvio. Pensamos que pra tudo há uma fórmula, mas sabemos que não é bem assim.
Pensar é estar doente dos olhos. Aja!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Democracia demo.


Olá camaradas e “camarados”, é com grande orgulho que posto aqui um marco pessoal para mim, marco este transfigurado em palavras de liberdade de expressão em um país democrático com um tema muito introspectivo entre nós: a democracia. E falando nesta fêmea sonhadora, você sabe o que é democracia? Segundo o Dicionário Aurélio democracia se resume em: Doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e da distribuição eqüitativa do poder, ou seja, regime de governo que se caracteriza, em essência, pela liberdade do ato eleitoral, pela divisão dos poderes e pelo controle da autoridade, i. e., dos poderes de decisão e de execução entre outros, mas esta definição caiu melhor para a idéia que brota pelas água da minha mente.

Já que democracia em miúdos é um regime baseado na sabedoria popular acho pertinente fazer uma colocação, a democracia DEVE andar de mãos dadas com a liberdade de expressão, afinal, liberdade de expressão é a ponte por onde anda a sabedoria popular, sendo assim, um país democrático deveria ser envolto à liberdade de expressão, mas não é o que acontece no Brasil.
País conhecido somente pelo futebol, pelas piadas contra os portugueses e voltando ao futebol pela rivalidade contra os argentinos. ( concordo que os argentinos deveriam aprender a jogar futebol com os brasileiros, mas acho que os brasileiros deveriam aprender a bater panelas com os argentinos)


Voltando à democrática liberdade de expressão, muito se diz que o Brasil é um país livre, tropical e maravilhoso, mas creio que não é bem assim. O país ainda mantém uma ditadura camuflada no populismo, a prova disto são as matérias superficiais e pior que isso os políticos ladrões superficiais eleitos novamente por pessoas com uma mente mais superficial ainda (repeti muito o superficial, pois quis enfatizar esta palavra).


Em maio de 2006 foi ao ar na Rede Globo de Televisão especificamente no Programa do Jô uma entrevista com o ator Carlos Vereza abordando vários assuntos, inclusive eu assisti ao programa assim como muitos telespectadores que também presenciaram através da TV esta tênue entrevista, vi Vereza e Jô falarem sobre flautas, música e teatro, mas não vi uma coisa, não vi nada sobre política.


Atualmente vi um vídeo na internet sobre os dois abordando um tema sobre a situação política no Brasil, o jocoso disso tudo é que o assunto sobre política foi abordado no mesmo programa gravado em maio de 2006 e curiosamente não foi ao ar, a edição cortou, MAS ESPERE!! Não vivemos em um país democrático? Cadê o regime baseado na sabedoria popular, cadê a democracia? Sucumbiu-se a liberdade de expressão? Eu assisti na época ao programa e não me lembro desta parte... (detalhe, aqui não se julga partido político, nem tucano, nem lula, nem golfinho e outros animais marinhos da mesma forma aves, apenas a expressão)


Não vou definir o final deste post a vocês meus leitores, como o próprio Lucas disse abaixo, quem se define se limita, deixarei que vocês mesmos tirem suas próprias conclusões disponibilizando o vídeo aqui no blog e pra fechar queria deixar uma mensagem: Na hora de votar, pense na democracia, vote em quem você acha que merece te representar, acredite no Brasil, acredite na democracia. Efusivos abraços. E como dizia Rui Barbosa : “quem não luta pelos seus direitos não é digno deles”.







PS: Estou sujeito a me desdizer e entrar em contradição. De fato este fragmento de entrevista foi ao ar mas em outro programa e não neste mesmo que Vereza foi; a questão é o porquê da liberdade de expressão e a fêmea democracia terem sempre de passar em um filtro, estranho, não?

domingo, 10 de agosto de 2008

EXTRA SÓ VEJO ESSAS COISAS NO BRASIL

sessão do lá vai

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Meeuu... Tudo bem, moro no Brasil, dificilmente eu teria a chance de deparar-me com tamanha piração tão longe de nossa pátria amada e idolatrada. Eis que na procura por notícias que edifica meus fins de semana, encontro uma que me chama a atenção, não pelo seu ineditismo ou relevância de interesse. Pelo contrário. É pela surpresa da re-ocorrência **(uhul estou de volta com meus NEOlogismos) que me sinto movido a postar essas imagens circenses.

com voces, o CAÇA-CORRUPTOS

Mato Grosso, 07/08/2008O candidato colocou na carroceria do carro uma miniprisão com um boneco preso, além de um cartão corporativo gigante

Mato Grosso, 07/08/2008Hélio Silva mostra o contrato com a empresa que contratou para montar o site de campanha www.cacacorrupto.com.br, que foi tirado do ar por decisão do TRE-MT

Fonte :: Terra Notícias

Chamo de circo, num pré-julgamento frio e politicamente incorreto, pois o não ineditismo desse fato tira dele o cunho contestador e o classifica como palhaçada.

Não sei se esse pobre (?) homem só quer erguer seus pilares políticos (termos prolixos demais perante a simplicidade do mancebo - mas como diria o Everton, "pachorra") no que ele acredita ser sua ideologia e sua forma de expressão... por isso temo ser injusto. Mas é impossível não vê-lo como mais um artista nessa peça teatral que é o cenário político atual.
Não sabemos mais em quem confiar, mas é certo que uma boa fatia de eleitores movidos pela beleza cômica, pela acidez contida, típica de charges de artistas em auto-descoberta, boa fatia de eleitores vai lançar seus votos a este homem.
E sejamos coerentes (e não coesos). O cara tem pegada. Tem coragem, tem postura, tem tudo o que falta aos políticos tradicionais. Na verdade, esse sim, tem vergonha na cara. É explícito no seu marketing.
Atitude, parceiro, acima de tudo. Esse cara não calou a própria voz, impedindo que a excentricidade da sua linguagem o fizesse ficar em silêncio. Estando “politicamente correto” ou não. E Peroba neles!

Aquele que se define se limita.

Definir: [Do lat. definire.] – de= dar, finire = fim
V. t. d.
1. Determinar a extensão ou os limites de; limitar, demarcar

Fiquem firmes. Abraços. ;D Lucas